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Crase

Terror dos candidatos, provas de português podem decidir vagas em concursos

Sempre no ranking das mais temidas, as provas de português costumam causar calafrios entre os concurseiros. Isso porque a famosa decoreba ficou no passado. Hoje em dia, as bancas cobram a gramática de forma aplicada ao texto, e não mais em questões estanques, nas quais o candidato apenas preenchia espaços com a palavra adequada.

Em resumo, é preciso que o aluno tenha competência linguística. Cleusa Pessuto Peruzzo, professora do Azambuja Cursos e Concursos, explica que as regências verbal e nominal estão entre as maiores dificuldades:

– A pouca leitura que verificamos hoje em dia entre os candidatos faz com que eles nem percebam que a linguagem coloquial, usada no dia a dia, e a norma culta são completamente diferentes. Então, eles chegam na hora da prova e trocam “vou ao shopping” por “vou no shopping”, por exemplo. É um erro sutil e muito comum, que demonstra o total desconhecimento da regra.

A leitura é fundamental para que o candidato se saia bem na prova de português, porque facilita a interpretação e a produção de textos, além de auxiliar na gramática. Com a prática, as regras ficam naturalmente familiares.

Além da regência, a flexão verbal gera muitos escorregões na hora dos exames. A professora de português do Unificado Concursos Mirian Ferrazzi aponta para o que considera uma deficiência do próprio sistema de ensino atual:

– Acredito que hoje não se dá ênfase de forma eficiente a essas duas matérias. Se vê, com frequência, alunos flexionando verbos teoricamente simples de forma equivocada. O menino se “interteu”, em vez de “entreteve”, por exemplo.

Importante conhecer quem produz a prova

Saber as características das bancas organizadoras de concursos é um trunfo importante na hora de estudar a matéria. No caso do Rio Grande do Sul, por exemplo, Mirian destaca que a Fundação Carlos Chagas exige muita atenção a concordância verbal, regência e vozes. Já a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) e a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs) têm certa predileção pela morfologia (formação de palavras e classes gramaticais).

Mas não basta apenas ter domínio do conteúdo, se na hora da prova os nervos estiverem a flor da pele.

– O candidato precisa intercalar as várias horas de estudo com uma alimentação adequada, praticar exercícios físicos e planejar atividades de lazer. Muitas vezes, as pessoas passam de seis a oito horas dentro de um quarto estudando e, quando chega o dia da prova, estão tão doentes psicologicamente que não conseguem realizar o exame. É preciso haver esse regramento – recomenda Cleusa Pessuto Peruzzo.

Os especialistas na preparação de candidatos sabem que as revisões de véspera não são uma boa prática.

– Quem se preparou e conhece bem a matéria pode, na véspera da prova, fechar os livros, passear, conversar com amigos, desfocar da situação estressante. Estar preparado é sempre o melhor remédio. Sem estresse, se faz uma prova bem melhor que a do concorrente nervoso – diz Mirian Ferrazzi.

Como começar a estudar

- Faça uma escala. Inicie por ortografia, acentuação, análises morfológica e sintática, regências, pontuação e crase.

- Hoje em dia se pode baixar provas e gabaritos com facilidade. Com uma prova na mão, o candidato pode resolver as questões e identificar suas fragilidades em relação a cada matéria.

- Ao identificar as principais dúvidas, procure um curso ou um professor que o auxilie

Crase

A palavra crase é de origem grega e significa "fusão", "mistura". Na língua portuguesa, é o nome que se dá à "junção" de duas vogais idênticas. É de grande importância a crase da preposição "a" com o artigo feminino "a" (s), com o pronome demonstrativo "a" (s), com o "a" inicial dos pronomes aquele (s), aquela (s), aquilo e com o "a" do relativo a qual (as quais). Na escrita, utilizamos o acento grave ( ` ) para indicar a crase. O uso apropriado do acento grave, depende da compreensão da fusão das duas vogais. É fundamental também, para o entendimento da crase, dominar a regência dos verbos e nomes que exigem a preposição "a". Aprender a usar a crase, portanto, consiste em aprender a verificar a ocorrência simultânea de uma preposição e um artigo ou pronome.


Observe:
Vou a a igreja.
Vou à igreja.

Livro Preto

Direito constitucional é o ramo do direito público interno dedicado à análise e interpretação das normas constitucionais. Tais normas são compreendidas como o ápice da pirâmide normativa de uma ordem jurídica, consideradas Leis Supremas de um Estado soberano, e tem por função regulamentar e delimitar o poder estatal, além de garantir os direitos considerados fundamentais.

Livro Preto

O que é o fator previdenciário?

Reposta: Fator Previdenciário é um índice multiplicador que incide sobre a base de cálculo do salário de benefício, aplicável às aposentadorias por tempo de contribuição e por idade. O cálculo depende de três variáveis: idade, expectativa de sobrevida e tempo de contribuição. A expectativa de sobrevida do segurado na idade da aposentadoria será obtida a partir da tábua completa de mortalidade construída pela Fundação IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), considerando-se a média nacional única para ambos os sexos. Para efeito da aplicação do fator previdenciário, ao tempo de contribuição do segurado serão adicionados cinco anos, quando se tratar de mulher; cinco anos, quando se tratar de professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio; dez anos, quando se tratar de professora que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio.

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Como Fazer Uma Boa Redação?

Uma boa redação é aquela que permite uma leitura prazerosa, natural, de fácil compreensão, e que o leitor se sinta impactado. Para fazer bons textos é fundamental ter o hábito de leitura, e utilizar todas as regras da Língua Portuguesa, e as técnicas de redação a seu favor.

Saber escrever é algo de grande importância, principalmente para redigir uma boa redação em concurso público. Saber se expressar de forma adequada e precisa, respeitando a ideia solicitada na prova e as normas da Língua Portuguesa, pode ser complexo para algumas pessoas, mas seguindo algumas dicas de redação é possível aprender a redigir bem.